Canvas PVP v1.1
Canvas de Aplicação, Histórico do Artefato e Guia Rápido em três páginas A4.
Em cinco passos, transforme um plano de aula em um PAV e, quando um sinal de sala motivar uma melhoria, registre a mudança e gere a próxima versão.
Você pode fazer todo o percurso em papel, documento, slide ou planilha. A plataforma não é necessária.
Use um plano que você já prepara. Ele pode estar no caderno, em um arquivo de texto, em slides ou em uma planilha.
Registre disciplina, tema, série, autor, conteúdo livre e a versão inicial. Declare também série/ano, tempo de aula, recursos disponíveis e perfil agregado da turma. Se ainda não havia controle de versões, comece por v1.0.0 ou v1.0.
Durante ou após a aula, observe sinais relevantes para o plano. Se um sinal motivar uma melhoria, descreva-o de forma breve, agregada e sem dados identificáveis de estudantes.
Responda: o que mudou? Por que mudou? Qual sinal de sala motivou a mudança? Uma aplicação sem mudança incorporada não exige nova versão.
Classifique a mudança como Major, Minor ou Patch, atualize X.Y.Z ou X.Y e preserve a versão anterior. Ao incrementar X, zere Y e Z; ao incrementar Y, zere Z.
O Canvas v1.1 é o instrumento principal de acompanhamento. Use os PDFs para imprimir e mantenha o Kit v0.1 como apoio introdutório e editável.
Canvas de Aplicação, Histórico do Artefato e Guia Rápido em três páginas A4.
Ficha de caderno em A5 ou duas fichas prontas para recorte em uma folha A4.
Guia, modelo de PAV, cartão de RM e notas de uso em um único arquivo.
Explicação curta do fluxo, das versões X.Y.Z e de um exemplo fictício.
Folha editável para identificar o plano, declarar o contexto e preservar o histórico.
Registro mínimo da mudança: o que mudou, por que mudou e qual sinal a motivou.
Um plano começa em v1.0.0. Depois de uma aplicação, a sequência de uma atividade é reorganizada sem mudar a estrutura geral: v1.1.0 (Minor). Mais tarde, uma instrução ambígua é esclarecida: v1.1.1 (Patch). O histórico, com os RMs correspondentes, preserva as versões e as razões das mudanças.
Este exemplo não contém dados reais e não demonstra aprendizagem, qualidade ou eficácia.
Este exemplo mostra como o nome do arquivo pode tornar a versão visível quando o plano circula. O processo continua sendo o PVP: observar, registrar a melhoria e preservar o histórico.
O nome torna a versão visível. O RM explica a mudança. O histórico preserva a trajetória.
No caderno, no arquivo ou na plataforma, o fluxo é o mesmo.
Sequência completa do exemplo:
Se nenhuma melhoria for incorporada, a versão permanece.
A nomeação é uma convenção opcional em experimentação e não integra o Core 1.0. Ela não substitui RM, contexto, histórico ou proveniência. O exemplo é fictício e não contém dados de estudantes.
Respostas diretas para começar pelo fluxo mínimo, com ou sem ferramentas.
É um protocolo aberto para versionar planos de aula e registrar melhorias ao longo do tempo. Ele organiza versão, mudança, contexto, histórico e autoria.
O fluxo pode ser feito no caderno, em uma folha, planilha, documento ou slide. Plataforma, Git e Canvas são apoios opcionais.
A aplicação pode manter a versão atual. Uma nova versão surge quando uma melhoria concreta é incorporada ao artefato e registrada em um RM.
É o registro mínimo de uma melhoria: o que mudou, por que mudou e qual sinal de sala motivou a mudança.
É uma observação feita durante ou após a aula que ajuda a decidir uma melhoria. Ele pode ser registrado de forma breve e agregada, sem dados identificáveis.
X indica reestruturação significativa; Y, ajuste dentro da mesma estrutura; Z, microcorreção localizada. A versão descreve o tipo da mudança, não uma contagem.
A versão localiza uma alteração no histórico do artefato. Ela não é nota de qualidade e, sozinha, não demonstra aprendizagem ou eficácia.
Como convenção opcional para um PAV ou artefato pedagógico relacionado: plano-equacao-1grau-v1.1.0.pdf. Nesta prévia, a proposta está em experimentação e não integra o Core 1.0. O nome ajuda a identificar a versão, mas não substitui RM, contexto, histórico ou proveniência.
Mantenha no plano a identificação do autor, a versão, o contexto e o histórico. A nova versão parte da anterior sem apagar sua origem.
Use contexto agregado e sinais de sala sem nomes ou dados que identifiquem estudantes. O fluxo essencial não depende de dados individuais.
Baixe o kit, escolha um plano real e registre apenas o necessário. O primeiro objetivo é tornar a melhoria visível e rastreável.